segunda-feira, 29 de abril de 2013

Terão os vampiros existido?


VAMPIROS.avi


Vampiros:Seres da Escuridão

Os Vampiros existem ? Essa pergunta foi respondida. Confira esta matéria, e conheça um pouco mais sobre os vampiros que estarão nesta edição da Hora do Horror. Os vampiros existem, e andam entre nós. De noite, pelo menos - pois o sol para eles é mortifero. E sim, eles sobrevivem bebendo o sangue humano. Mas os mitos não vão mais longe que isto a fim de dizer a verdade. Cruzes, alho, agua corrente? Não têm qualquer efeito. Vampiros tal qual eles realmente existem, são criaturas de contradições. São imortais, mas continuam agarrados aquilo que ainda tem de humanos. Poderosos, mas sempre cautelosos para manter a sua existência escondida da sociedade humana. Esta é a sua historia. Os vampiros são uma criação de Caine, o primeiro vampiro. Ele criou varios vampiros, que por sua vez deram origem a outros vampiros, e assim consecutivamente. Cada geração que nasçe, afasta-se mais do sangue de Caine, consequentemente vão perdendo poderes. Mas os vampiros que se mantem activos durante longos periodos de tempo, tendem a ficar mais poderosos, ganhando com isso experiência, conhecimento, influência politica - e um forte sentido de paranoia. O clã em que cada vampiro esta inserido, afecta a sua personalidade, poderes, aparência fisica e mentalidade. Os vampiros de caracteristicas similares são apelidados de "kindred" (Parentes). Mas os tempos mudaram para eles. Na Idade Média poderam mover-se com mais liberdade por entre a população humana, por vezes com a sua influência chegavam até cargos de governadores. Mas com a chegada da inquisição tudo mudou novamente. Foi necessário adoptar uma lei de absoluto silêncio sobre a sua propria existência - "Masquerade". Matar, foi o minimo que eles fizeram para conseguir preservar a sua existência em segredo absoluto. Hoje em dia, a sociedade dos vampiros é muito mais estructurada. A maioria dos "Kindred" pertençe aos Camarilla, que protegem a lei de silêncio (Masquerade) e matêm uma hierarquia social. Outros, porém, pertençem aos Sabbat, que rejeitam a sua natureza humana e apenas vêm os seres humanos como a sua fonte de alimentação. Apenas o seu instincto de auto preservação da especie, os impede de destruir a "Masquerade". Existem 13 diferentes clãs nos tempos modernos. Mas os mais temidos são os Malkavian. O Clã Malkavian: Mesmo os outros clãs temem os Malkavian. O seu sangue amaldiçoado poluiu a suas mentes, como resultado disso, todos os Malkavian sofrem irremediavelmente de perturbações mentais. O pior de tudo é que a locura dos Malkavian pode assumir qualquer forma, como excessivas tendencias homicidas. Os poucos cujas psicoses são imediatamente obvias, são dos mais terriveis vampiros a andar pelas ruas. Desde os primordios, os Malkavian têm agitado toda a comunidade de vampiros á sua passagem. Apesar de o clã não ter provocado grandes guerras nem ter feito derrubar nenhum governo dos mortais (pelo menos, não com o conhecimento de todos os outros vampiros), a simples presença de um Malkavian é o suficiente para haver mudanças subteis numa cidade. O caos rodeia os Malkavian, e aqueles que se associem mesmo com o mais bem intencionado dos Malkavian, muitas vezes vêm a sua vida mudar pela demência destes vampiros. Recentemente, os Malkavian executaram a sua maior "brincadeira" de sempre. Ninguem consegue dizer se foi idealizado num grande Parlamento de Malkavians realizado algures numa vila Europeia, ou num qualquer pantanal sem vida e esqueçido afastado da civilização. Algumas historias falam de uma epidemia de demência colectiva naqueles em cujas veias corre o sangue dos Malkavian. Qualquer que seja a causa, os Malkavian de todo o mundo começaram a ostentar um novo e perigoso padrão de loucura, acompanhado por bizarros eventos em cidades de parentespor todo o mundo. Um dos firmes conceitos dos Malkavian, consiste em considerar os Jyhad como sendo uma piada instigada pelo criador do clã; alguns parentes perguntam-se, se na verdade, os Malkavian não terão pregado a partida a eles. Ninguém consegue dizer exactamente o que torna este clã tão perigoso. Certamente que a sua loucura muita vezes os liberta do medo da dôr ou da morte. Mais do que apenas alguns Malkavian demonstram um impulso horroroso e mortifero ou uma completa falta de emoções, incluindo a compaixão. Os malkavian estão livres dos limites da racionalidade e podem fazer o que lhes apeteçe - e esta liberdade é conjugada com um estranho conhecimento e sabedoria que não pode ser compreendida pelos sãos. Os Malkavian possuem um intelecto obscuro que é por vezes - e de modo crescente - regulado para propositos assustadores. Foi confirmado também a construção de uma "Mansão" com o nome do próprio clã. A única coisa coisa que se sabe, é que parte do clã está habitando lá. Eles nunca mais foram vistos depois de uma misteriosa aparição de um lobo gigante. Aparência: Os Malkavian usam desde uma gama com aspecto terrivelmente pisotico a uma convincentemente usual em todos os aspectos - por vezes combinam as duas ao mesmo tempo. Tal qual como os assassinos em série, eles podem ser qualquer pessoa - o mal arranjado vadio a falar consigo mesmo, ou mesmo o agradavél mas silencioso vizinho. Estes vampiros são capazes de grande subtileza, e raramente mostram a alguem outra face que não seja aquela que eles querem que as pessoas vejam. Abrigos: Os Malkavian so escolhem os abrigos que eles gostam, apesar de alguns encontrarem velhos hospitais e asilos deficientemente consolidados mesmo aos seus gostos. Muitos pareçem gostar da companhia de mortais sem esperânças, e preferem bairros de lata e instituições a abrigos mais isolados.portalhoradohorror.com

A Ilha dos Vampiros

A lenda dos vampiros encurralou a imaginação dos povos durante gerações. Uma equipa de arqueólogos e cientistas forenses de primeiro nível deu com provas sólidas sobre a lenda, que, atualmente, continua a perseguir numerosas comunidades. Neste especial seguiremos os arqueólogos durante a sua investigação para averiguar qual poderia ser o aspeto dos vampiros, quem foram as suas vítimas e como estas encontraram a morte. Através da patologia forense e de modernas técnicas científicas, o professor Hector Williams e a sua equipa de especialistas propõem-se a esclarecer o que é mito e o que é realidade em relação aos vampiros e, perante tudo, responder à seguinte questão: por que se acreditou na sua existência? Williams visita vários especialistas do Reino Unido e outros países europeus, para terminar finalmente na ilha que despertou o seu interesse por conhecer o mundo do vampirismo, Lesbos, onde parece que existe uma fossa comum ainda por destapar com restos de pessoas que acreditavam ser vampiros¿canaldehistoria.pt

quinta-feira, 7 de março de 2013

Ilha dos vampiros. Tuberculose. Superstição. Canhotismo. Romênia 2004. Chá com cinzas de coração.

No romance de Bram Stoker(1847-1912), Drácula(1897), o conde Vlad vem em um navio em um caixão com terra de sua cidade natal, Transilvânia. Aparentemente, seres sobrenaturais, como vampiros, não podem atravessar água salgada. Pelo menos é o que creem muitos povos do século XIX nos arredores do Mediterrâneo, Europa de uma forma geral e até mesmo América do Norte. Sabidamente, tendemos a levar para o misticismo o que não entendemos. Uma prova disso é o fato de que 10% da população são canhotos. No império romano, por exemplo, canhotismo ou sinistrismo era associado ao satanismo e à má sorte. Os canhotos, até bem recentemente, eram obrigados a escrever ‘do modo correto’ e punidos, caso contrário. No dicionário Houaiss, canhotismo, sinistrismo e mancinismo são sinônimos. Veja que curiosa a definição: “it. mancinismo (1900) ‘disposição natural para o uso da parte esquerda do corpo’, der. de mancino ’que usa naturalmente a mão esquerda’, de manco ’defeituoso, privado de pé ou mão’; ver manc-(…)” Pois bem, tudo isso para introduzir o assunto vampirismo e associá-lo a um mal muito comum do século XIX e ainda comum em países em desenvolvimento devido a falta de imunização: a tuberculose. É uma doença socialmente determinada, isto é, pelo modo de trabalho, de vida e de convivência, transmitida por uma bactéria. O contágio se dá, basicamente, pelo contato próximo com o indivíduo contaminado: tosse, espirro etc. Os sintomas: tosse com pus ou sangue, cansaço excessivo, febre baixa geralmente à tarde, sudorese noturna, falta de apetite, palidez, emagrecimento acentuado, rouquidão, fraqueza, e prostração. Os casos graves apresentam dificuldade na respiração; eliminação de grande quantidade de sangue, colapso do pulmão e acumulo de pus na pleura (membrana que reveste o pulmão). Imaginemos, então, o homem médio do século XIX, ou antes, vendo seu parente definhando por conta da tuberculose. Palidez, aversão ao sol, tosse com sangue, olhos avermelhados, a higiene provavelmente muito pequena ou nula, unhas grandes, cabelos grandes, barbas grandes. Enfim, vamos aos fatos: a pequena cidade de Exeter, em Rhode Island, em 1892, houve um caso de suposto vampirismo. Semelhante ao que aconteceu recentemente num pequeno vilarejo da Romênia em 2004. Isso mesmo, 2004! A história foi a de que Mercy Brown, de 19 anos, havia morrido de uma misteriosa doença, a mesma doença que havia matado sua mãe e sua irmã. Edmond, seu irmão, ficou doente. Então, a comunidade se mobilizou para que o pai, George, fosse ao cemitério exumar o corpo da moça Mercy, pois a população acreditava que ela havia se tornado uma vampira! E seu espírito maligno estava sugando a vida dos vivos para manter-se ‘vivo’. Para confirmar as suspeitas, o caixão de Mercy foi exumado, 2 meses após sua morte. Eles encontraram toda a prova de que precisavam: as unhas estavam grandes, o cabelo crescido, o rosto vermelho e o corpo inchado. Então, a comunidade fez o óbvio: retirou o coração de Mercy e o queimou, fazendo com suas cinzas um chá que deram para o irmão mais velho Edmond sarar, quebrando o ‘feitiço’. O curioso é que, depois que morremos, as unhas e os cabelos continuam crescendo. Na fase mais aguda da tuberculose há a eliminação de grande quantidade de sangue. Nosso corpo continua liberando gases, fazendo com que haja inchaço, dando a impressão de que ‘engordamos’, ressaltando o sangue: pronto, mito explicado. No século XIX, na Nova Inglaterra, por exemplo, a família de J.B., era um dos muitos casos de tuberculosos, cujas famílias inteiras pereciam em pouco tempo e eram enterradas juntas. Devida à grande quantidade de mortos, as covas eram rasas, fazendo com que não raras vezes, com o decorrer dos anos, com as chuvas etc, os ossos surgissem na superfície, aumentando ainda mais a superstição. As estacas: por conta dessa superstição de que o primeiro membro da família que morria ‘sugava’ a vida dos outros pelo fato de que os outros membros pereciam na sequência, e o que havia morrido primeiro estava com sangue na boca e ‘gordinho’ -(leia-se por conta da tosse e inchado por conta dos gases) – começou-se a usar estacas, que na verdade deixam os gases escaparem e aceleram o processo de decomposição, mas que acreditava-se que “matavam” os vampiros. Há uma lápide em Rhode Island, de uma pessoa que morreu em 1842 de ‘consumption’, que era o nome da época para tuberculose que a relaciona diretamente a ‘vampire grasp’, fazendo ligação direta entre o mito e a doença. Para os céticos e góticos de plantão, uma má e uma boa notícia: em fevereiro de 2004, na Romênia, vários parentes de um tal de Toma Petre temiam que ele havia virado um vampiro, pois tinham pesadelos com ele. Muitos juravam que haviam adoecido por conta de suas visitas noturnas. Advinha o que fizeram? Óbivo: desenterraram seu corpo, tiraram seu coração, de maneira ‘apropriada’, segundo eles, queimaram-no, misturaram as cinzas com água e beberam-na. Sua sobrinha, que supostamente havia adoecido por conta de seus ataques noturnos, jura que melhorou depois do fato. Há uma ilhota na Grécia em frente a Mitilene, capital da ilha grega de Lesbos, no mar Egeu, que é considerada a ilha dos vampiros, pois é lá que os supostos eram enterrados e devidamente enfincados com estacas. Uma visão muito triste… Aproveite a crise europeia para viver um pouco do misticismo e vá visitar a ilha dos vampiros e checar se os mortos vivos ainda transitam por lá! Cheers!fonte:ricardonagy.wordpress.com

A Ilha dos Vampiros - Documentário Completo e Dublado - www.diarena.com