quarta-feira, 14 de setembro de 2011


Cristianismo e Vampírismo

A muito tempo atrás, a igreja cristã começou a abrir as asas atratravés da Europa, e os vampiros estavam estabelecidos como mitos.  Os vampiros eram criaturas que faziam parte supercição humana desda Grécia Antiga.  As raízes dos Vampiros eram naturalmente Pagãs, e a fé estava espalhada pela Europa.   A relação estava formada entre os Vampiros e o Deus Ebreu, está formado a ciranda de história ironicas.Ironia n°1 - O que eles procuram destruir, eles dão vida.
A Igreja Cristã não tinha estabelecido uma estancia para os Vampiros quando ela se separou em 1054. Contudo, a fé das igrejas Catolicas resultaram - na Igreja Católica Romana no oeste europeu e a Igreja Ordotoxica no leste - que podem ser diretamente ligadas ao mito vampírico que continuava à penetrar no leste europeu.  Os Catálicos Romanos acreditavam que os corpos dos seus santos não deteriorariam nas sepultura; instantaneamente, eles pernameceriam intaquitos e exalariam um doce odor. Contudo, a Igreja Ordotoxica achou mais difícil, inicialmente porque isso abalaria as raízes Pagãs, e ela via um cadáver que não tinha se deteriorado como um sinal do mau. Por descúidos, ambas as igrejas não tinham formado uma estância para os Vampiros, e os colocaram como parte da fé Pagã, que era naturalmente antiquada e anti-cristã.
O Paganismo, estava longe de ser uma religião organizada, era um pouco mais que uma coleção de conhecimentos populares e mitologias disorganizadas; Ele era possuido por campones ativos que não tinham uma educação formal e por outros dos quais não passam de superstição.  Com o passar do tempo, a Igreja Católica Romana cresceu preocupada com a estabilização da mitologia Pagã que poderia conquistar a a fé dos novos católicos, na qual a Igreja estava usuando para tentar se expandir.  Como o esperado, ela começou uma invetigação sobre a mitologia vampírica.  A igreja, com a inteção de fazer a fé Pagã se espalhar, assim fazendo o fim do Paganismo (que era chamado de witchcraft), e o vampirísmos começou a ser ligado com Satan.  E eles fizeram um decreto, do qual falava que corpos reanimados eram como diabos a mando de Satan.  Como resultado, esse vampiros fugiriam de coisas divinas, como: crucifísos, aguabenta e da ostia.
A grande ironia desse periodo foi como a Igreja fez para acaber com as mitologias Pagãs, mas foi o próprio decreto deles que consedeu uma validade histórica para os Vampiros.  Então os Vampiros influenciaram os filmes e novelas um pouco antes do século 20, que ainda mostravam os Vampiros como criaturas satanicas, feitas e desamparadas quando confrontavam contra coisas do verdadeiro Deus Ebreu.
Ironia n° 2 - essa coisa má, melhor representada por homens santos e seus trabalhos.

Com o andar do tempo, numerosas reportagens e tratamentos foram emitidos pela Igreja Católica.  Elas foram feitas por volta de 1600 - 1800 D.C. que foi trabalho de bispos, sacerdotes, monges, etc.  Os Vampiros continuaram se espalhando através da Europa, que estava completa de caçadores de bruxas e Vampiros, missas de exumações e vários corpos que eram queimados ou incravado estácas em seus corações como tentativa de livrar seus vilarejos de Vampiros.  E isso se tornou uma área de constantes estudos feitos pela Igreja.
The Malleus Maleficarim, publicado pela Igreja em 1486, foi o guia para os descobridores e iradicadores de bruxas.  E ele também falava do vampirismo e sua ligação com Satan, que fazia parte das criaturas maléficas.  Em miados de 1600, esse tratado começou a ser usado como "Bíblia" dos caçadores de bruxas e Vampiros que cruzavam a Europa.  O tratado também incluia um pouco da visão vampírica.
Dom Augustin Calmet (1672-1757) foi um monge da ordem de Benedito.  Seu trabalho, Treatise on The Appearance of Spirits and on Vampires (Tratado de aparencia de Espíritos e Vampiros), tentou separar os Vampiros da ligação com as forças satanicas e demoniacas.   Eles descreveu que o Vampiros eram simplesmente corpos mortos dos quais ressucitaram, e os proclamaram superstição.  Por causa disso ele estava sobre presão de radicais, que o fizeram retirar suas declarações.  Seu trabalho ainda estava em circulação em uma Era quando a história estava com muitos caçadores de bruxas e Vampiros, a Idade Média.
Depois da histeria da praga-inigmatica na Idade Média que tinha morrido, importantes pesquisas foram condusidas para dentro da mitologia vampirica.  Provavelmente o melhor cronico de historias vampíricas em Eras pasadas foi o lendário Montague Summers.   Eles foi decretado bispo da Igreja Anglicana em 1908, mas depois ele deixou a Igreja Anglicana em favor da Igreja Católica Romana.  Ele condusiu numerosos estudos para dentro das coisas sobrenaturais.  Suas duas melhores obras conhecidas e publicadas foram, The Vampire: His Kith and Kin e The Vampire in Europe são temas de pesquisas sobre vampiros.
Ironia n° 3 - O que eles procuravam destruir, eles deram força; a Besta os habitam
Hoje, o Vampiro esta vivo, não mais do que qualquer tempo no passado.  Góticos vestidos de preto que rodam as ruas e gabares, leitores e videomaniacos ficaram emocionados com a pesença de uma Besta com caninos "sobrenaturais".  A Besta os habitam, e virá a tona por muitos e muitos anos.  Os nomes dessas pesquisas Cristãs são dedicadas para fans de Vampiros como Dracula, Lestat, e outros.

Uma equipe de cientistas italianos encontrou na Itália uma caveira com um tijolo aparentemente colocado à força dentro da boca, o que indica que se acreditava que o cadáver era de um vampiro. A caveira, de uma mulher, foi encontrada na escavação de uma vala comum onde eram enterradas vítimas de uma epidemia de peste bubônica na ilha de Lazzaretto Nuovo, perto de Veneza, nos séculos 16 e 17. Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que objetos eram colocados na boca de supostos vampiros na época para impedir que eles se alimentassem dos cadáveres de pessoas enterradas nas proximidades, se fortalecessem e passassem a atacar os vivos. Borrini, que apresentou suas conclusões na 61ª reunião da Academia Americana de Ciências Forenses em Denver, nos Estados Unidos, disse que, na época da epidemia, muitos acreditavam que a doença era propagada por vampiros. "Marcas de mastigação"
Segundo ele, na época da epidemia de peste, os coveiros reabriam constantemente a vala para enterrar os corpos de novas vítimas e encontravam cadáveres que eles suspeitavam ser de vampiros. Os suspeitos costumavam ser identificados por sinais como "marcas de mastigação" no tecido em que os corpos eram envoltos. De acordo com Borrini, estas marcas eram causadas por sangue e outros fluidos corporais que às vezes eram expelidos pela boca dos mortos, fazendo com que o tecido parecesse afundar entre as mandíbulas e romper-se. Borrini disse que este pode ser o primeiro ritual de "exorcismo de vampiro" confirmado por evidências arqueológicas e analisada com conhecimentos médicos e técnicas forenses. Entretanto, Peer Moore-Jansen, um especialista da Universidade Estadual de Wichita, no Kansas, afirma que encontrou esqueletos similares na Polônia, indicando que a descoberta não é pioneira. Veneza foi muito afetada pela chamada peste negra, que atingiu a cidade por volta de 1630. Estima-se que a epidemia matou até 50 mil pessoas de uma população de 150 mil.
fonte: G1

Guerra Lobisomens e Vampiros.wmv


A Guerra: Vampiros X Lobisomens

Escritor: Bruno Vox
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Anos de perseguição aos vampiros se sucedera. Os lobisomens não deram trégua, dos tempos da grande Babilônia a queda do Império Romano se travou batalhas intensas entre as casas de Cão e de Caim.
Os lobisomens na sua forma animal eram praticamente indestrutíveis, não existia arma no mundo que penetrasse em seu couro e seu poder de cura na forma canina era impressionante. Por isso, a única forma de matar um lobisomem era quando este estivesse na sua forma humana. Já os vampiros são mortos se cortando-lhe a cabeça.
Os vampiros não tinham como identificar um lobisomem, ao contrário dos lobisomens que sentiam a presença dos vampiros, isso por que, os lobisomens foram criados para caçar os vampiros, era seu instinto primário, era a força que regia sua alma.
Os vampiros se transformavam quando se achava necessário, mas os lobisomens só tornavam a “besta fera” quando sentiam a presença de um vampiro próximo. Os lobisomens tinham conseguiam perceber a presença de um vampiro num raio de 3 km, o que era pouco, pois nos primórdios da humanidade as cidades eram muito distantes umas das outras.
Os vampiros são racionais, claro, também são movidos pelo instinto, porém conseguem racionalizar suas atitudes e decisões, diferentemente dos lobisomens que se tornam irracionais na forma animal, partindo a caça por puro impulso, uma verdadeira máquina de matar.
Esse nível de percepção do lobisomem lhe deu grande vantagem sobre os vampiros, eles sabiam onde procurá-los. E os vampiros não tinham nenhuma noção de quem poderia ser um lobisomem, poderia ser até mesmo um conhecido só esperando o momento certo para se transformar e por consequência atacá-lo.
Vampiros vivem em grupos e os lobisomens sustentavam hábitos solitários. À proporção que era de 1000 vampiros para 1 lobisomem chegou a preocupantes 100 vampiros para 1 lobisomem na idade média.
Preocupados com a crescente investida dos lobisomens, os vampiros conjuraram e usaram o poder da Igreja Católica para investir contra seus inimigos.
Aproveitando a sede de sangue da Santa Igreja e a cegueira dos seus líderes, os vampiros por meio de seus associados – Associado é um humano que quer se tornar vampiro ou simplesmente enriquecer e ganhar prestígio na sociedade – Nota-se que grande parte dos vampiros conseguiu certo grau de estatus na sociedade, pois em sua maioria vivem por muito tempo e acumulam riquezas.
Como são amaldiçoados, os vampiros não entravam nas igrejas e nem tocavam em símbolos religiosos, tudo que remetia a Deus era evitado por eles, por isso usaram os associados, muitos deles clérigos da época, para penetrar no seio da Igreja Católica e na Ordem dos Templários.
A Santa Inquisição e as Cruzadas quase acabaram com os lobisomens que viviam na Europa, Ásia e norte da África, se a proporção no ano de 1100 a.D era de 100 vampiros para 1 lobisomem, duzentos anos depois a proporção era de 10000 vampiros para 1 lobisomem.
Lobisomens não são imortais, mas vivem o bastante, um lobisomem pode ultrapassar os 500 anos de vida. Os vampiros por sua vez são imortais.
Nos tempos de hoje a luta entre vampiros e lobisomens perdeu um pouco de sua intensidade. Os vampiros conseguem assimilar melhor as mudanças que ocorrem no decorrer dos anos, porém os lobisomens são menos adaptáveis, por causa de seu instinto. Hoje é muito difícil encontrar um lobisomem, os vampiros conseguiram controlar a casta de lobos. Além do mais, os homens que são feridos por lobisomens não se tornam lobisomens, lobisomem gera outro lobisomem através da procriação, e é apenas na lua cheia que os homens lobos podem conceber outros lobisomens, dificultando assim a proliferação da raça. Não se sabe ao certo quantos lobisomens existem, a única certeza é que são poucos.

Vampiros & Lobisomens

A Lenda Original do Vampiro

Existem lendas de vampiros desde 125aC, quando ocorreu uma das principais histórias conhecidas de vampiros. Foi uma lenda grega. Na verdade pode-se afirmar que esse tenha sido o primeiro registro por escrito, pois as origens do mito se perdem séculos e séculos atrás quando a tradição oral prevalecia. Lendas sobre vampiros se originaram no oriente e viajaram para o ocidente através da Rota da Seda para o Mediterrâneo. De lá, elas se espalharam por terras eslavas e pelas montanhas dos Carpathos. Os eslavos têm as lendas mais ricas sobrevampiros. Elas estavam originariamente mais associadas aos iranianos e à partir do século VIII é que se espalharam por terras eslavas. Quase na mesma época em que essas histórias começaram a se difundir, iniciou-se o processo de cristianização da região, e as lendas de vampiros sobreviveram como mitos muitas vezes associados ao cristianismo.

Mais tarde, os ciganos migraram para o oeste pelo norte da Índia (onde também existem um certo número delendas sobre vampiros), e seus mitos se confundiram com os mitos dos eslavos. Os ciganos chegaram na Transilvânia pouco tempo depois de Vlad Dracula nascer em 1431. O vampiro aqui era um fantasma de uma pessoa morta, que na maioria dos casos fora uma bruxa, um mago, ou um suicida.

Vampiros eram criaturas temidas, porque matavam pessoas ao mesmo tempo em que se pareciam com elas. A única diferença era que eles não possuíam sombra, nem se refletiam em espelhos. Além disso podiam mudar sua forma para a de um morcego, os tornavam difíceis de capturar e bastante perigosos. Durante a luz do dia dormiam em seus caixões, para à noite beber sangue humano, já que os raios eram letais para eles. O método mais comum era, pela meia noite, voar por uma janela na forma de um morcego e morder a vítima no pescoço de forma que seu sangue fosse totalmente sugado. Os vampiros não podiam entrar numa casa se não fossem convidados. Mas uma vez que eram poderiam retornar quando bem entendessem. Os vampiros eslavos não eram perigosos somente porque matavam pessoas, (muitos seres humanos também faziam isso) mas também porque suas vítimas, depois de morrerem, também se transformavam em vampiros. A característica mais temida dosvampiros era o fato deles serem praticamente imortais. Apenas alguns ritos podiam matar um vampiro como por exemplo: transpassar seu coração com uma estaca, decaptá-lo ou queimar seu sangue. Esse tipo de vampiro também é o mais conhecido, por ter sido imortalizado na figura do mais famoso vampiro de todos os tempos, o Conde Drácula, de Bram Stoker.

Vampiro